Entre o barro, o forró e as comidas gigantes: Caruaru (PE) é a estrela do segundo capítulo da websérie do Ministério do Turismo

Episódio “Mãos que transformam” mostra como o artesanato e a gastronomia atraem turistas e movimentam a economia em Caruaru

Caruaru (PE) respira festas juninas muito antes de a primeira fogueira ser acesa. É para celebrar essa mistura de arte popular, gastronomia e turismo que a cidade foi escolhida como protagonista do segundo episódio da websérie “Destino: Festas Juninas”, do Ministério do Turismo (MTur). O vídeo mostra como a engrenagem da chamada Capital do Forró movimenta moradores e trabalhadores locais para entregar uma festa recheada de atrativos. Em 2026, durante os 29 dias de arrasta-pé, o município espera atrair mais de 4 milhões de visitantes, gerar mais de 20 mil empregos e injetar cerca de R$ 800 milhões na economia criativa da região.

O episódio “Mãos que transformam” revela como o artesanato do Alto do Moura e a tradição das comidas gigantes ajudam a convertem a cultura popular em turismo, renda e desenvolvimento.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destaca que a cidade pernambucana é modelo de desenvolvimento impulsionado pela tradição. “A websérie mostra que a riqueza do artesanato em barro e a grandiosidade das comidas típicas fazem muito mais do que manter viva a identidade local: elas giram a economia e transformam Caruaru em um ímã para turistas de todo o mundo”, ressalta.

Barro como identidade

No Alto do Moura, bairro reconhecido como um dos maiores centros de arte figurativa das Américas, o barro conta histórias, preserva memórias e garante o sustento de centenas de famílias. É nesse cenário que o episódio acompanha a trajetória da Mestra Anissinha, uma das referências do artesanato pernambucano.

Ela começou a trabalhar com o barro ainda criança, quando fazia os próprios brinquedos. Aos sete anos, vendeu o primeiro boneco e usou o dinheiro para comprar seu primeiro vestido. Desde então, nunca mais se afastou da arte.

Hoje, aos 68 anos, ela vive do barro, participa de exposições e vende peças para diferentes lugares. Para ela, o artesanato foi caminho de trabalho e reconhecimento. “Costumo dizer que o barro é o meu diploma. Foi através do barro que me tornei escritora, acadêmica e tantas outras coisas. Gosto de levar o nome da minha arte para o mundo”, conta.

Tradição gigante

Se o barro ajuda a contar a história de Caruaru, as comidas gigantes ajudam a reunir a cidade. Mais de 70 eventos desse tipo integram a programação junina de 2026 e se espalham por bairros e comunidades, atraindo moradores e turistas.

À frente da produção do bolo de milho gigante, a confeiteira Michele Dádiva conta que a preparação começa dias antes da festa e envolve uma rede de colaboradores. Para ela, a tradição carrega memórias da infância. “As comidas gigantes retratam o passado da minha infância. Na minha rua tinha uma palhoça, cada um levava um prato típico. É cultura e tradição”, relembra Michele.

O movimento também fortalece a economia local. Segundo Alex Torres de Souza, entusiasta das comidas gigantes, a tradição descentraliza a festa e leva visitantes para bairros, comunidades e áreas rurais. Além dos idealizadores das receitas, a cadeia envolve comerciantes, vendedores ambulantes, equipes de apoio, segurança, bombeiros civis e prestadores de serviço.

Destino: Festas Juninas

Lançada pelo MTur, a iniciativa multiplataforma dá visibilidade às festividades em cinco dos maiores polos festivos do Nordeste: Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Maracanaú (CE) e Petrolina (PE).

Por meio de 10 episódios de uma websérie disponível nas redes sociais e uma série de rádio, o projeto joga luz sobre os bastidores e as pessoas que fazem a festa acontecer, apresentando o tradicional São João por diferentes ângulos.

A narrativa mostra como a preservação de uma das mais importantes manifestações culturais e turísticas do país funciona como uma engrenagem fundamental para impulsionar o turismo, movimentar a economia e gerar oportunidades para a população local.

Levantamento do Ministério do Turismo indica que apenas cinco das principais festas juninas do país devem movimentar R$ 2,4 bilhões, gerando renda e empregos no período.

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