
No Dia Mundial do Pão (16), levantamento do Procon-SP revela que café da manhã em padarias pode custar até cinco vezes mais; pequenas escolhas diárias mostram o valor da educação financeira
Um dos rituais mais tradicionais do brasileiro, o café da manhã na padaria, pode estar custando bem mais do que se imagina. Segundo pesquisa recente do Procon-SP, o preço de itens simples, como o café coado e o pão de queijo, pode variar até cinco vezes entre estabelecimentos e cidades. Um café que custa R$ 3,83 em um endereço chega a R$ 9,61 em outro, o que representa uma diferença de mais de 150%.
Embora pareça uma despesa pequena e inofensiva, o famoso “cafezinho de todo dia” pode ter impacto significativo no orçamento mensal. Se multiplicado por 20 ou 22 dias úteis, o hábito pode consumir de R$ 80 a R$ 200 por mês, o suficiente para pagar parte de uma conta, fazer uma pequena aplicação financeira ou contribuir para uma reserva de emergência. É aí que entra a educação financeira, ferramenta essencial para transformar pequenos gastos em consciência de consumo e oportunidades de economia.
Manter o prazer do café sem comprometer o bolso é possível com algumas atitudes simples. A primeira é preparar o café em casa, o que reduz consideravelmente o custo. Uma garrafa térmica bem feita pode acompanhar o dia de trabalho e ainda preservar o sabor. Outra dica é comparar preços entre padarias, já que a pesquisa do Procon-SP mostrou diferenças expressivas dentro da mesma cidade. Também vale ficar atento a combos promocionais, que muitas vezes oferecem desconto na soma de itens como pão na chapa e café com leite.
Fernando Lamounier, especialista em comportamento de consumo e sócio diretor da Multimarcas Consórcios, destaca o impacto no dia a dia: “Tomar café fora de casa é um hábito cultural para muitos brasileiros, mas com o preço em alta, o cafezinho pesa no bolso e acaba competindo com outras despesas essenciais. Normalmente, o brasileiro toma em média de 3 a 4 xícaras de café por dia, totalizando cerca de 90 xícaras por mês. Considerando o valor médio de R$ 4,80 por xícara, isso representa um gasto mensal de R$ 432,00. É para cortar definitivamente o cafezinho? Não necessariamente. Mas é preciso estar ciente desses novos valores para não ter surpresa no final do mês”, explica.
Para quem não abre mão de frequentar a padaria do bairro, programas de fidelidade e descontos para clientes regulares são boas alternativas. Outra estratégia é definir um limite semanal de gasto com o café fora de casa, equilibrando prazer e responsabilidade. E, claro, é sempre possível buscar cafés de boa qualidade com preço mais acessível, ajustando o consumo sem perder a experiência.
A mensagem é clara: o café e o pão de cada manhã não precisam sair do cardápio, mas podem entrar na planilha de gastos. No Dia Mundial do Pão, a reflexão vai além da mesa é sobre transformar hábitos cotidianos em decisões conscientes. Com planejamento e pequenas mudanças, o mesmo café que hoje pesa no bolso pode, amanhã, ajudar a equilibrar as contas e até render bons frutos.
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