Empresários apontam retomada da confiança mas alertam que incertezas fiscais podem minar o crescimento

“Há um otimismo moderado, ao mesmo tempo em que dizem ter perdido poder de compra e sentem alta nos alimentos. Essa contradição mostra que o ciclo de recuperação ainda é mais de percepção do que de experiência real”, Volnei Eyng Félix de Souza, CEO da Multiplike.

       “A pesquisa da Quaest mostra um ponto de virada importante: quando a percepção sobre a economia melhora, o empreendedor volta a agir. Esse tipo de otimismo é o gatilho que reaquece o mercado de inovação e investimento anjo, que andava mais cauteloso. Por outro lado, o Congresso discute uma MP que pode elevar custos sobre crédito e câmbio. O empreendedor precisa de fôlego, não de novos impostos. O impacto de curto prazo pode ser neutro, mas no longo prazo, mudanças no IOF precisam ser tratadas com previsibilidade, ou o ambiente de negócios volta a se retrair”, João Kepler, CEO da Equity Group.

       “Com uma melhora real na percepção econômica e no mercado de crédito, o efeito é direto. Quando o pessimismo cai e a população enxerga estabilidade, empresas voltam a demandar capital e investidores retomam o interesse por ativos com lastro. Essa confiança controlada cria um ambiente ideal para o avanço dos FIDCs, que unem segurança e retorno acima da média. Mas o equilíbrio ainda é frágil. A MP do IOF pode interferir justamente nesse canal de crescimento se alterar o custo do crédito. O governo precisa compreender que previsibilidade é o que mantém o fluxo de capital. No médio prazo, o mercado continuará sólido se houver coerência entre política fiscal e estímulo à produtividade”, Gustavo Assis, CEO da Asset Bank.

       “A percepção da população sempre está ligada à inflação, ela nunca está ligada à política monetária. Os brasileiros começam a enxergar sinais de melhora na economia, mas ainda não sentem isso no bolso. Há um otimismo moderado, ao mesmo tempo em que dizem ter perdido poder de compra e sentem alta nos alimentos. Essa contradição mostra que o ciclo de recuperação ainda é mais de percepção do que de experiência real. Para o empresariado, o recado é de que há espaço para investir, mas é preciso estratégia e eficiência. Já a MP do IOF reforça a necessidade de prudência. Ao aumentar a incerteza tributária/ fiscal e o custo de capital no médio prazo, ela exige das empresas planejamento financeiro mais rigoroso e decisões de longo prazo”, Volnei Eyng Félix de Souza, CEO da Multiplike.

       “A queda no número de brasileiros que enxergam a economia piorando indica um alívio gradual nas expectativas, o que tende a reduzir o prêmio de risco e destravar decisões de investimento. O ambiente segue desafiador, mas mais previsível, e previsibilidade é o principal combustível do crédito. Em um cenário em que o otimismo volta de forma contida, os investidores buscam ativos de retorno real e risco mensurável. Operações estruturadas, lastreadas em fluxo de caixa e com garantias sólidas, ganham espaço justamente por entregar estabilidade em meio à transição econômica. A MP do IOF reforça a necessidade de estruturar o crédito com eficiência e transparência para que ajustes fiscais não contaminem o custo do capital produtivo”, Pedro Da Matta, CEO da Audax Capital.

       “Os números da pesquisa confirmam o que sentimos na prática: o empresário está voltando a buscar crédito, planejar e expandir. Essa retomada da confiança é um sinal de que o mercado começa a sair da defensiva e pensar novamente em crescimento. Mas o ambiente tributário ainda preocupa. A MP do IOF, se aprovada de forma precipitada, pode elevar o custo do dinheiro e apertar o caixa de quem produz. No médio prazo, o desafio é alinhar política fiscal e crédito produtivo. O Brasil precisa de estabilidade para crescer, e o crédito estruturado é justamente o elo entre planejamento e execução”, Richard Ionescu, CEO do Grupo IOX.

       “O que define o momento atual não é a euforia, mas a desaceleração do medo. A pesquisa Quaest mostra que o brasileiro começa a enxergar a economia com mais realismo, e essa mudança é poderosa. Quando o pessimismo perde espaço, o capital volta a circular, investidores retomam o apetite por risco e o empreendedor volta a tirar projetos do papel. É nesse tipo de ambiente que o venture capital prospera: quando a confiança se reconstrói, ainda sem excesso de otimismo, mas com disposição para agir. O desafio é o governo acompanhar esse movimento, oferecendo estabilidade regulatória e coerência fiscal. A MP do IOF vai na direção oposta, criando incerteza num momento em que o país precisava mostrar previsibilidade. A economia está reencontrando o equilíbrio, o Estado precisa aprender a não quebrá-lo”, Antonio Patrus, Diretor da Bossa Invest.

       “Quando a população está mais confiante, o consumo reage, e isso abre espaço para expansão de crédito e investimento em crescimento. Mas otimismo sem gestão é ilusão. Esse é o momento de reforçar planejamento financeiro e capacitação dos times. A MP do IOF, por exemplo, pode encarecer o custo de capital no médio prazo. O empresário que se antecipa consegue transformar períodos de mudança em vantagem competitiva”, Jorge Kotz, CEO da Holding Grupo X.

       “O pessimismo em queda é uma boa notícia e deve ser lida como sinal de estabilização, não de euforia. Quando as famílias voltam a acreditar na economia, o mercado imobiliário reage, o crédito se aquece e o investidor busca oportunidades reais de construção de patrimônio. A MP do IOF, por sua vez, precisa ser analisada pelo seu impacto prático: mudanças no custo de financiamento podem afetar operações estruturadas e investimentos de longo prazo. No médio prazo, previsibilidade é o que mais importa. O Brasil tem um enorme potencial de investimento, desde que o ambiente de negócios seja tratado com seriedade”, Pedro Ros, CEO da Referência Capital.

       “A confiança do consumidor é o primeiro sinal de que o mercado pode voltar a girar. Empresas que estavam operando no modo defensivo começam a retomar planos e buscar eficiência. Esse é o momento de olhar para dentro: cortar desperdícios, renegociar contratos e ajustar margens. A MP do IOF entra nesse cenário como um teste de maturidade para o governo. Se a medida vier acompanhada de transparência e estabilidade, o impacto será pequeno. Mas se criar incertezas tributárias, pode minar a recuperação de empresas que ainda lutam para recompor caixa. Gestão de custos e compliance nunca foram tão estratégicos”, Carlos Braga Monteiro, CEO do Grupo Studio.

       “O cenário retratado pela Quaest mostra uma virada importante: o pessimismo cedeu e deu lugar à percepção de estabilidade. Quando o brasileiro para de achar que tudo vai piorar, ele volta a planejar, esse comportamento é o primeiro passo para reaquecer o consumo, o investimento e o próprio mercado financeiro. A constância de aportes e a diversificação, especialmente via ETFs, ajudam a transformar esse otimismo em patrimônio. No entanto, a MP do IOF lembra que ainda vivemos sob volatilidade política. Mudanças frequentes de regra prejudicam a previsibilidade e reduzem o apetite por risco. No médio prazo, o investidor que mantém disciplina e visão de longo prazo se beneficia da própria estabilidade que o país começa a reconstruir”, Fábio Murad, Economista e CEO da Super-ETF Educação.

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